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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


Nunca estivemos a deriva no entretenimento.

Cada um deve procurar construir seu público, e como fazer isso em um ambiente virtual? Nós artistas não devemos pensar que, se uma pessoa ou grupo, consegue rapidamente ser um fenômeno na internet, tem alguma estratégia por traz disso? Ou pensamos que foi divino gosto e de criação, ledo engano. Mesmo que seja pequeno, como, compartilhamento rápido entre os envolvidos, criando assim uma rede enorme de fãs. Ou mesmo, pagando uma pequena quantia para sites como o Facebook que tem esse tipo de serviço. Todos fazem isso. E como manter esse acesso, como configurar essa escolha? Como manter o interesse do público em continuar seguindo seu trabalho? Haja notícia e haja trabalho! Fique tranquilo, cada vez querem mais, querem sugar todo o leite da teta secando o cérebro do artista. E depois, para o criador, ele tem que ser muito rápido para recuperar, senão cai no esquecimento e outro fenômeno entra no seu lugar, ou abre um novo espaço no esquecimento. E agora? Parece que estamos contando novidade para os desavisados dos anos 1980, mas parece que não! Sempre foi assim, desde o tempo em que se via o mundo através de Naus, é, essa mesmo em que Cabrau acabou pousando em terras tupiniquins. Temos que ver toda a história, lembrando, devidas proporções, que a humanidade adora o entretenimento, adora uma fofoca e adoram eles mesmos. Para os aspirantes a artistas virtuais, e, mesmo aqueles que já sabem o caminho das pedras deveram lembrar, é sempre bom rever a história de cada período e pensar bem no seu trabalho como artista. 

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